Terceirizados: “Roberto Santiago foi extremamente hábil como relator do marco legal”

Carolina Mourão

Noventa e duas entidades sindicais nacionais participaram, nos dias 29 e 30 de março, do 3º Congresso Nacional da Fenascon (Federação Nacional dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação, Limpeza Urbana e Áreas Verdes, em Recife, Pernambuco, para debater amplamente temas relacionados às condições de vida, trabalho e salário dos trabalhadores. “O Congresso da Fenascon já é uma caixa de ressonância dos trabalhadores do Brasil. Viemos ouvir e pontuar o que pode melhorar, propor soluções e saídas democráticas para a consolidação de um desenvolvimento econômico sustentável e justiça social. Estamos definindo uma agenda de mobilização e atuação políticas diante das grandes questões mundiais, nacionais e sindicais”, resumiu Roberto Santiago (PSD-SP).

Na abertura do Congresso o presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores), Ricardo Patah, falou do projeto de lei sobre a Terceirização – o marco legal em tramitação na Câmara, que tem no deputado federal Roberto Santiago (PSD) o relator e principal articulador. “Roberto Santiago foi extremamente hábil em colocar o tema em discussão e aprovar o que for possível para que a terceirização jamais volte a ser confundida com precarização, quando se deixava o setor sem lei e aberto para que os gatos e atravessadores de mão-de-obra contratassem e em seguida fugissem, deixando os trabalhadores sem nada receber, comprometendo e prejudicando um universo de 11 milhões de homens e mulheres que dependem do setor para seu sustento”.

“A UGT tem mais de 600 sindicatos no país e  representa mais de 7 milhões de trabalhadores. Terá nas próximas eleições 300 candidatos a vereadores. Cabe a nós ampliar a participação dos trabalhadores nas riquezas que nós ajudamos a gerar”, disse Roberto Santiago.

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