Junji recebe gratidão de manifestantes por defender vetos ao Ato Médico

Deputado Junji Abe (SP) - Foto: Assessoria

Um grupo de profissionais da Saúde do Estado de São Paulo, não médicos, fez questão de manifestar gratidão ao deputado Junji Abe (SP) pela postura do parlamentar, favorável à manutenção dos vetos presidenciais à Lei do Ato Médico (12842/13). O tema está previsto para entrar em discussão no plenário da Câmara no próximo dia 20. Em campanha pela sobrevivência da saúde multidisciplinar, os manifestantes abordaram congressistas para defender a preservação da decisão presidencial. 

“Entendo que a esperada regulamentação da profissão de médico pode e deve acontecer com bom senso e humildade, sem a necessidade de diminuir o papel de outras profissões e nem de criar contendas, até judiciais, entre especialistas das várias áreas de saúde que deveriam atuar em sintonia”, afirmou Junji.

Para Junji, o Ato Médico nasceu com falhas que foram minimizadas pelos vetos presidenciais. O texto original impediria, de acordo com ele, ações definidas em protocolos e diretrizes clínicas estabelecidas no Sistema Único de Saúde (SUS). O principal trecho vetado previa que o diagnóstico e o tratamento fossem feitos exclusivamente por médicos.

“Sem o veto, ficariam inviabilizadas políticas públicas da área de saúde, como programas de prevenção e controle da tuberculose e de doenças sexualmente transmissíveis, entre outros. Hoje, por exemplo, pacientes com doenças, como malária e dengue, são diagnosticados ou iniciam o tratamento com profissionais de enfermagem e têm acompanhamento por equipes compostas por médicos”, explicou.

Da Assessoria

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